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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Médico se desculpa por artigo contrário ao uso medicinal da maconha


Médico se desculpa por artigo contrário ao uso medicinal da maconha

  • Martin Bernetti/AFP
    O médico, que trabalha em um documentário sobre o uso medicinal da maconha, diz que é irresponsável não oferecer o melhor cuidado aos pacientes com sintomas que podem ser aliviados com o uso da erva
    O médico, que trabalha em um documentário sobre o uso medicinal da maconha, diz que é irresponsável não oferecer o melhor cuidado aos pacientes com sintomas que podem ser aliviados com o uso da erva
O neurocirurgião americano Sanjay Gupta, chefe dos correspondentes para assuntos médicos da CNN, divulgou um artigo nesta quinta-feira (8) no site de notícias da rede em que pede desculpas por ter publicado, em 2009, um artigo contrário ao uso medicinal da maconha na revista Time.
Gupta, que está trabalhando em um documentário chamado "Weed" ("Erva Daninha", em português), diz que passou o último ano entrevistando especialistas, produtores, autoridades e pacientes em diversos países. "O que eu descobri foi impressionante", relata.
Ele diz que havia feito uma revisão da literatura científica dos EUA na ocasião em que escreveu o artigo, intitulado "Por que eu votaria contra a maconha". Mas admite que não havia pesquisado o bastante, nem buscado estudos de qualidade de laboratórios menores, de outros países. Além de ter desprezado o coro, "legítimo", de pacientes que apresentaram redução significativa em seus sintomas com o uso da erva.
O neurocirurgião cita um exemplo comovente de uma menina de 3 anos, Charlotte Figi, do Colorado, que tinha cerca de 300 convulsões por semana apesar dos medicamentos. Com o uso da maconha, ela passou a ter apenas duas ou três ao mês. "Tenho visto mais pacientes como Charlotte, passado tempo com elas, e concluí que é irresponsável não oferecer o melhor cuidado possível a eles, cuidado esse que pode envolver o uso da maconha", diz o médico no artigo.
Ele também cita um estudo recente em que 76% dos médicos responderam que aprovariam a administração de maconha em mulheres com dores decorrentes do câncer de mama. 
Gupta questiona o fato de a droga fazer parte da categoria das mais perigosas nos EUA, mais até que a cocaína. No entanto, ela provoca dependência em cerca de 9% dos usuários, enquanto que, para a cocaína, a proporção é de 20%, e para o tabaco, de 30%.
Ele acrescenta que a abstinência da erva não produz sintomas tão graves quanto a do álcool, que pode até levar à morte. E, apesar de ter procurado muito, ele garante que não encontrou ninguém que tenha morrido por overdose de maconha. Por outro lado, uma pessoa morre a cada 19 minutos nos EUA em decorrência do abuso de remédios prescritos por médicos.
Ele esclarece que a classificação da maconha foi estabelecida em 1970 pelo médico Roger Egeberg, então secretário de saúde, não por haver estudos contundentes sobre os riscos da maconha, mas pelo fato de que não havia estudos, na época, capazes de avaliá-los. Segundo ele, a maior parte dos trabalhos sobre a droga se destina a investigar seus efeitos negativos, e não seus eventuais benefícios - ele analisou mais de 20 mil trabalhos recentes.
A justificativa para isso, o médico explica, é que não é nada fácil obter autorização, muito menos conseguir a droga, que é ilegal, para conduzir esse tipo de teste. "Temos sido terrivelmente e sistematicamente enganados por quase 70 anos nos Estados Unidos, e peço desculpas por meu próprio papel nisso", declara. Gupta diz esperar que o artigo, assim como o documentário, sirvam como correção.
O neurocirurgião deixa claro, no entanto, que a maconha tem efeitos deletérios à saúde, especialmente para os jovens, que ainda estão com o cérebro em formação. Ele cita evidências de que a droga reduz o desempenho em testes de QI e pode deflagrar psicose em indivíduos com predisposição. "Da mesma maneira que eu não deixaria meus filhos beberem álcool, eu não permitiria que usassem maconha até que chegassem à idade adulta", pondera.

domingo, 15 de setembro de 2013

O Sativex, produto desenvolvido pela empresa farmacêutica britânica GW Pharma, pode chegar ao país esse ano. As negociações com a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já foram iniciadas. Segundo a legislação brasileira, não podem ser vendidos medicamentos com o extrato de cannabis nos seus componentes, mas prevê a possibilidade de aprovação para casos específicos.

A medicação, nesse caso, tem dentre seus componentes duas substâncias da erva, o delta9-tetraidrocanabinol e o canabidiol, e é indicado para o tratamento de sintomas de esclerose múltipla (EM). Mark Rogerson, relações públicas da GW Pharma, está confiante devido aos resultados positivos em outros países.

Foi liberado pela primeira vez em 2005, no Canadá, para combate às dores neuropáticas causadas pela EM. Através de testes no mesmo país, foi comprovada a eficácia no tratamento de pacientes de câncer e AIDS, aliviando as dores crônicas, náuseas e anorexia associadas às doenças. Desde a descoberta, em 2007, o uso do Sativex foi aprovado também como analgésico auxiliar em pacientes desse perfil. Com o enorme sucesso, em 2010 o Sativex foi autorizado na Espanha, Nova Zelândia e Grã Bretanha.

O produto é vendido em forma de sprays bucais e a absorção é semelhante à inalação através do fumo, porém com os resultados ainda melhores. A dosagem, entretanto, deve ser prescrita pelo médico responsável. A única questão delicada se deve ao fato de se tratar de um medicamento com componentes psicotrópicos, gerando preocupacão com o aparecimento de doenças psicológicas, como a síndrome amotivacional, associadas ao consumo prolongado. No entando, é um cuidado que deve ser levado em consideração em qualquer tratamento a base de drogas que podem causar dependência.

“Não temos outro medicamento tão eficiente para tratar dores nervosas”, afirma o psicofarmacologista Elisaldo Carlini, estudioso da maconha medicinal há 50 anos e que está à frente do CEBRID. Se a autorização for dada, será mais um passo rumo à vitória para a reforma das leis da maconha na constituição brasileira.

Qual é a diferença do THC e o CDB ? Estudo de Caso



Qual é a diferença do THC e o CDB ?

Este vídeo ilustra o que leio na maioria dos estudos, e é coerente com algumas queixas de strains "paranóicas" que venho lendo em alguns fóruns gringos.

Um mito sobre o CBD é que ele esta mais presente em tricomas mais ambar. Na verdade aquilo é CBN, que é o THC oxidado. CBN apesar de induzir a um relaxamento, é muito inferior ao efeito que o CBD proporciona quando interagindo com o THC. Vejam exemplos na tabela abaixo.
É no Instituto de Psiquiatria, sobre efeitos psicóticos da cannabis.
Essa parada é incrível, é um estudo pra determinar as respostas das pessoas as diferentes doses de THC, e como os efeitos do CBD, equilibram os efeitos Psicóticos do THC.

Sobre O teste :

Com os Dois, ela diz que bateu em 10 minutos, e que por mais que ela se esforce, pra levar o experimento à sério, tudo é hilário. Quando ele pergunta como ela está, ela diz, "meu deus, Isso é divertido, é incrível!"

Com o THC puro, "É horrível, é como estar num funeral, é tão depressivo".

Depois de 15 minutos fizeram uns testes, com THC puro era forte, assustador, mórbido, todas as perguntas pareciam ter duplo sentido, ela se sentia perseguida, como um ataque de pânico...

O teste de Psicose, que foi aplicado, deu resultado de 14 pontos com THC puro, 4 pontos, seria o que podemos encontrar em alguns surtos psicóticos de Esquizofrenicos...

Os efeitos passaram depois de 2 horas....


Fonte : Internet

A cantora Ivete Sangalo disse em entrevista à revista "Contigo!" que nunca foi usuária de maconha, mas disse que respeita o uso da droga como medicina.


A cantora Ivete Sangalo disse em entrevista à revista "Contigo!" que nunca foi usuária de maconha, mas disse que respeita o uso da droga como medicina.

"Não sou usuária e nunca fui. Respeito as pessoas que usam a droga como terapia e jamais condenaria alguém por nada. Eu, particularmente, tenho outras fontes para me equilibrar", disse a cantora durante passeio por Los Angeles.

Durante a visita aos Estados Unidos, a cantora visitou diversos pontos de LA, como a Venice Beach, que é conhecida internacionalmente por abrigar diversos médicos que receitam legalmente a maconha para uso medicinal.
Em agosto, a cantora baiana estava nos Estados Unidos em turnê e também participou da première do filme "Aviões", em que fez sua primeira dublagem.

fonte: UOL

Cura do Cancer in vitro



Cientistas conseguem a prova visual da cura de celulas cancerígenas pelo CDB ( canabidol) . Pela Primeira vez foi registrado o a reação do CDB nas celulas cancerigenas .

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Maconha vira tempero nos EUA e é usada até no peru de Ação de Graças


Maconha vira tempero nos EUA e é usada até no peru de Ação de Graças


 

O lento avanço do uso da maconha com fins terapêuticos nos Estados Unidos abriu o caminho da substância até a cozinha, onde é valorizada não só por deixar todos os convidados contentes, mas também pelo sabor.
A evolução se nota especialmente no refinamento dos pratos que usam cannabis para dar um toque "especial" aos menus. A planta passou de "batizar" bolos de chocolate a ser um complemento para coquetéis e até aprofundar o sabor do peru de Ação de Graças.
A técnica para extrair a essência da planta e sua aplicação gastronômica é uma das disciplinas lecionadas na chamada Universidade de Oaksterdam, no norte da Califórnia, pioneira nos EUA ao abrir as portas em 2007 para ensinar a ter sucesso na indústria da cannabis medicinal.
"Não há receita que não possa ser adaptada", disse à Agência Efe Sandy Moriarty, autora de um dos livros mais populares sobre comida com maconha: "Aunt Sandy's Medical Marijuana Cookbook" (Livro de Receitas de Maconha Medicinal da Tia Sandy, em tradução livre), que serve de manual para os aprendizes.
Sandy deu aula para milhares de alunos, que introduziu em seu método "aperfeiçoado" de produção de manteiga de cannabis, o ingrediente básico que permite comer a substância até com pipoca.
"Fica delicioso", contou a especialista cujo xarope de maconha serve para adoçar coquetéis, bolos de maçã ou para adoçar, por exemplo, frutas como o melão, apesar de o prato-chefe ser o peru ao forno com todos os temperos típicos do Dia de Ação de Graças.
"O molho captou a essência de forma incrível. Minha família precisou trazer o saco de dormir", afirmou a cozinheira, que explicou que a ingestão de maconha tem efeito relaxante que não chega a prostrar como quando a droga entra no organismo pelo sistema respiratório."Nenhum médico recomenda fumar", lembrou a chef.
O consumo de maconha como tratamento é legal em 20 estados nos Estados Unidos, em confronto com as leis federais que consideram a substância ilegal.
O Departamento de Justiça considera uma "falácia" o uso medicinal de cannabis e declara que seu valor terapêutico "não foi provado cientificamente".
Organizações como a American Medical Association e American Cancer Society também não apoiam que os pacientes usem maconha como um remédio legal, apesar de ser um recurso usado por doentes de câncer para, entre outros fins, atenuar a dor.
Na Califórnia, um dos estados onde se pode comprar cannabis com uma licença, as lojas que distribuem a substância proliferaram até que as autoridades fecharam esses estabelecimentos.
A decisão foi ratificada pela Suprema Corte da Califórnia em maio, que entendeu que as lojas representam "um risco inaceitável" ao associar as substâncias com crime, abuso de drogas e deterioração do entorno.
Essas medidas contribuíram para que Moriarty não tenha aberto seu próprio restaurante como outros fazem. Um dos produtos mais chamativos deste ano é o Nugtella, uma imitação com maconha do chocolate da marca Nutella, lançada neste ano pela empresa Organicares de San José, na Califórnia.
No estado de Washington, onde um plebiscito aprovou em 2012 o uso da droga inclusive com fins recreativos, um fazendeiro aproveitou para incorporar a planta à dieta de seus porcos, que começaram a mostrar um comportamento mais tranquilo, o que favoreceu que engordassem notavelmente. Os que degustaram sua carne a definiram como "mais saborosa".
Outra experiência singular neste ano foi o primeiro concurso de culinária com maconha, "Medicated Chef Contest", convocado em Denver, Colorado, estado que junto com Washington legalizou a droga para qualquer um fumar ou, se preferir, degustar com garfo e faca.

Milagres de Cristo podem ter sido feitos com maconha

Milagres de Cristo podem ter sido feitos com maconha
Muitos de seus milagres tinham relação com cura
Muitos de seus milagres tinham relação com cura 




Cientistas americanos divulgaram um estudo em que dizem que Jesus Cristo e seus apóstolos podem ter usado um óleo curativo a base de maconha para curar pessoas com doenças incapacitantes.
Segundo os cientistas, um bálsamo usado nos primeiros anos da era cristã continha um extrato de maconha chamado de kaneh-bosem.O extrato, que é absorvido pelo corpo quando colocado em contato com a pele, poderia ter ajudado a curar pessoas que sofriam de várias doenças físicas e mentais.O autor do estudo, publicado na revista americana especializada em drogas High Times, disse que suas descobertas são baseadas no estudo das sagradas escrituras.

Óleo com maconha
O cientista, Chris Bennett, disse que o uso de maconha era bastante difundido na época para ajudar a curar os enfermos.Ele disse que pelo menos um ungüento usado naquela época tinha uma alta concentração de extrato de maconha. “O óleo sagrado da consagração, conforme descrito nas escrituras em hebreu do livro do Êxodo, continha até 2 kg de keneh-bosum – uma substância identificada por respeitados lingüistas, antropólogos, botânicos e outros estudiosos como maconha, com a adição de óleo de oliva e outras ervas”, disse.

“Os consagrados daqueles tempos eram praticamente mergulhados nessa poderosa mistura.”

Bennett acredita que o bálsamo pode ter sido usado em alguns dos milagres curativos praticados por Jesus e seus discípulos.

Exorcismo
“Na antiguidade, males como a epilepsia eram atribuídos à possessão por demônios”, explicou. “Curar alguém com o problema, mesmo com o uso de simples ervas, era considerado exorcismo ou cura milagrosa.”

“Curiosamente, a maconha tem se mostrado útil no tratamento não apenas da epilepsia, mas de outros males curados por Jesus, como moléstias de pele, nos olhos ou problemas menstruais.”
O artigo não coloca em dúvida a validade dos milagres descritos na Bíblia. Em vez disso, trata de analisar se a Igreja Católica, em seus primeiros anos, pode ter feito uso de alguma substância para curar.

Nada no estudo, por exemplo, descarta o papel que a fé pode ter tido na execução dos milagres.

Fonte:BBC