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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

LEGALIZOU! URUGUAI É O PRIMEIRO PAÍS A LEGALIZAR PRODUÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E CONSUMO DE MACONHA

Após uma votação longa e apertada, no melhor estilo baseadão, o Senado uruguaio aprovou o projeto de lei que torna o país o primeiro a regulamentar todas as etapas da economia da cannabis. Ousadia mundial que virou lei nacional dos nossos vizinhos do sul. Hoje são eles, amanhã seremos nós. Afinal, som@s tod@s herman@s e merecemos curtir as brisas do progresso em vez das brasas do atraso. O Uruguai é aqui: LEGALIZA!
O projeto deve ser sancionado pelo presidente Mujica em até 10 dias e implementado ainda este ano.




Fonte: hempadão

Novo estudo comprova: uso de maconha não causa esquizofrenia

Se tem um mito insistente, irritante e equivocado sobre a maconha é o de que a erva causa esquizofrenia. Graças à ciência, no entanto, mais essa falácia proibicionista é derrubada aos poucos. Publicado na revistaSchizophrenia Research, um novo estudo encontrou evidências de que o consumo de canábis – sejá lá com que frequência e em quais quantidades – não leva a um aumento dos casos de esquizofrenia.
Conduzida por uma equipe de cientistas da Harvard University, nos Estados Unidos, a pesquisa contraria as décadas de propaganda proibicionista que tem servido para embasar uma série de argumentos coxinhas, como os proferidos por fantoches como Dr. Ronaldo Laranjeiras.
Durante o estudo, os pesquisadores avaliaram os pacientes divididos em quatro grupos de amostras, incluindo os não- psicóticos, sem o uso de drogas; os não- psicóticos que usam canábis; aqueles com psicose sem o uso de drogas e, por fim, pacientes com psicose que fazem uso de maconha. Todos os usuários de maconha estudados fizeram uso da erva durante a adolescência e não utilizaram nenhuma outra droga, com exceção do álcool.
Liderado por Lynn DeLisi, professor de psiquiatria da Harvard Medical School, o estudo concluiu que “ter um risco familiar mórbido para desenvolver a esquizofrenia pode ser a base subjacente para o desenvolvimento da doença em usuários de maconha – e não o uso de maconha por si só”.
Vale lembrar que este é apenas um dos vários estudos publicados recentemente e que ajudam a derrubar um dos mitos favoritos dos coxinhas de proibicionistas de plantão. Veja mais informações sobre maconha X esquizofrenia clicando aqui. 

Fonte: http://maryjuana.com.br

sábado, 7 de dezembro de 2013

Guerra as drogas é uma disfarce de Racismo Político

Eu nunca me filiei a nenhum partido. Prá mim, aderir a qualquer doutrina é terceirizar sua autonomia intelectual. Digo isso com todo respeito a quem se entendeu de forma diferente com alguma instituição desta natureza. Se filiar a um partido não significa, necessariamente, aderir a uma doutrina. Mas comigo nunca pareceu atraente aderir a qualquer forma de sistematização de posturas e ideias. Sempre me identifiquei com a ideia de ascensão das classes oprimidas ao poder constituído nos termos disso que formalmente chamamos democracia. Porém, a dita "democracia" nunca me enganou. Vivemos uma Lobbycracia e o período importantíssimo para o aperfeiçoamento da cidadania pós-diatadura declarada foi enormemente beneficiado pela chamada "militância de esquerda" da qual eu participava ativamente. O PT e o Lula prestaram grandes serviços e grandes desserviços ao país. O governo Dilma tem muitos méritos mas é um vexame em vários aspectos. Vivemos um limbo pós desilusão. O importante é entender que o SISTEMA* precisa melhorar. Eu não vejo essa clareza em figuras caricatas de intelectuais de vanguarda como Lobão, Arnaldo Jabor e cia... Nadar conforme a maré, prá aderir à revolta da moda, eu nunca fiz. O Lobão já foi alguém que eu admirei e não admiro mais, Porém, as coisas que ele fez que eu admirei, eu ainda admiro. Lobão é um cara sensível e guerreiro, que cometeu o equivoco de colecionar rancores ao longo de sua honrosa história de batalhas. O rancor ocupa muito espaço de processamento cerebral e gera loops de feedforward que fazem o cérebro ficar reverberando a ativação de circuitos dedicados à agressão e ao planejamento do mau. Isso ocupa tempo e espaço da maquinaria cerebral. A raiva devorou a inteligência e a sensibilidade do Lobão. Infelizmente, Lobão esqueceu a força dos corações psicodélicos na amargura das noites solitárias de chuva lá fora. Ser diferente é difícil, sentir frio e manter a ternura, não é fácil. Mas pode ser feito. Infelizmente, coragem prá nadar contra a corrente é uma atitude desgastante, mas não é pretexto para aposentá-la e garantir a penção com essa postura ridícula de Rei Momo desnutrido deste carnaval venal de sandices neo-retrógradas que tomou conta da mídia e de boa parte da juventude brasileira. * {Precisa mudar para uma forma aprimorada de democracia participativa!

Dr.Renato Malcher-Lopes



Renato Malcher é Mestre em Biologia Molecular pela Universidade de Brasilia, doutor (Ph.D) em Neurociências pela Universidade Tulane (New Orleans, EUA), Fez Pós-Doutorado em Neurofisiologia Celular na Escola Politécnica de Lausanne- Suiça e em Bioquímica Analítica, na EMBRAPA. É professor adjunto do Departamento de Fisiologia da Universidade de Brasília e primeiro autor do livro "Maconha, Cérebro e Saúde" escrito em colaboração com Sidarta Ribeiro.



Vídeos com Dr.Renato Malcher
Folha - Debate sobre a Legalização da Maconha
3a1 - Maconha em debate
Abaixo segue a lista de postagens relacionadas ao Dr.Renato Malcher :
Maconha - Uma Planta Medicinal
Maconha, Esquizofrenia e o Paradoxo Ético dos Psiquiatras que são Contra o Uso Medicinal da Maconha
Estudo explica elo entre Maconha e Fome
A Maconha Desmistificada

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Sem Partidos , pró-legal com o doutor!

Eu nunca me filiei a nenhum partido. Prá mim, aderir a qualquer doutrina é terceirizar sua autonomia intelectual. Digo isso com todo respeito a quem se entendeu de forma diferente com alguma instituição desta natureza. Se filiar a um partido não significa, necessariamente, aderir a uma doutrina. Mas comigo nunca pareceu atraente aderir a qualquer forma de sistematização de posturas e ideias. Sempre me identifiquei com a ideia de ascensão das classes oprimidas ao poder constituído nos termos disso que formalmente chamamos democracia. Porém, a dita "democracia" nunca me enganou. Vivemos uma Lobbycracia e o período importantíssimo para o aperfeiçoamento da cidadania pós-diatadura declarada foi enormemente beneficiado pela chamada "militância de esquerda" da qual eu participava ativamente. O PT e o Lula prestaram grandes serviços e grandes desserviços ao país. O governo Dilma tem muitos méritos mas é um vexame em vários aspectos. Vivemos um limbo pós desilusão. O importante é entender que o SISTEMA precisa mudar. Eu não vejo essa clareza em figuras caricatas de intelectuais de vanguarda como Lobão, Arnaldo Jabor e cia... Nadar conforme a maré, prá aderir à revolta da moda, eu nunca fiz.
O Lobão já foi alguém que eu admirei e não admiro mais, Porém, as coisas que ele fez que eu admirei, eu ainda admiro. Lobão é um cara sensível e guerreiro, que cometeu o equivoco de colecionar rancores ao longo de sua honrosa história de batalhas. O rancor ocupa muito espaço de processamento cerebral e gera loops de feedforward que fazem o cérebro ficar reverberando a ativação de circuitos dedicados à agressão e ao planejamento do mau. Isso ocupa tempo e espaço da maquinaria cerebral. A raiva devorou a inteligência e a sensibilidade do Lobão. Infelizmente, Lobão esqueceu a força dos corações psicodélicos na amargura das noites solitárias de chuva lá fora. Ser diferente é difícil, sentir frio e manter a ternura, não é fácil. Mas pode ser feito. Infelizmente, coragem prá nadar contra a corrente é uma atitude desgastante, mas não é pretexto para aposentá-la e garantir a penção com essa postura ridícula de Rei Momo desnutrido deste carnaval venal de sandices neo-retrógradas que tomou conta da mídia e de boa parte da juventude brasileira.




Renato Malcher é Mestre em Biologia Molecular pela Universidade de Brasilia, doutor (Ph.D) em Neurociências pela Universidade Tulane (New Orleans, EUA), Fez Pós-Doutorado em Neurofisiologia Celular na Escola Politécnica de Lausanne- Suiça e em Bioquímica Analítica, na EMBRAPA. É professor adjunto do Departamento de Fisiologia da Universidade de Brasília e primeiro autor do livro "Maconha, Cérebro e Saúde" escrito em colaboração com Sidarta Ribeiro.



Vídeos com Dr.Renato Malcher
Folha - Debate sobre a Legalização da Maconha
3a1 - Maconha em debate
Abaixo segue a lista de postagens relacionadas ao Dr.Renato Malcher :
Maconha - Uma Planta Medicinal
Maconha, Esquizofrenia e o Paradoxo Ético dos Psiquiatras que são Contra o Uso Medicinal da Maconha
Estudo explica elo entre Maconha e Fome
A Maconha Desmistificada

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

DIA NACIONAL PELA LEGALIZAÇÃO DA MACONHA E COMBATE AO CÂNCER

Para reafirmar o caráter medicinal da maconha, a Rede Nacional de Coletivos e Ativistas pela Legalização da Maconha, criada durante o encontro Rio+4:20 – espaço que reuniu coletivos e ativistas antiproibicionistas na Cúpula dos Povos em 2012, resolveu propôr um ato pela legalização da maconha medicinal no mesmo dia do Dia Nacional de Combate ao Câncer – 27 de novembro.
Diante disso, os coletivos antiproibicionistas de diversas partes do Brasil, convocam a todos a participarem dos atos que ressaltam a legalização da maconha, inclusive para fins medicinais no combate contra o câncer, além de manter sempre viva a brasa pela luta da legalização da erva.
Caso a sua cidade não tenha um Dia pela Legalização da Maconha, organize um!
Confira os locais, clicando na sua cidade e acessando o evento no face! Confirme presença, convide, compartilhe e compareça!
A mudança depende de você!
Rio de Janeiro – (RJ)12:00 - Concentração Niterói Dce UFF – Cultura Verde14:20 – Largo de São Francisco (início do ato)
São Paulo – (SP)27 de novembro 14:20 - Saída do Metro das Clinicas lado ímpar
13 de dezembro 14:00 – Saída do Metro das Clinicas
Fortaleza – (CE)16:00 – Praça da BNB
Campinas (SP)17:30 – Auditório IFCH na UNICAMP
Recife (PE)18:00 – Praça Artur Oscar
Belo Horizonte (MG) EVENTO MARCADO PARA O DIA 30 de NOVEMBRO!14:00 – Viaduto Santa Tereza

Brasília (DF)
16:20 – Praça dos Três Poderes
Guarulhos (SP)16:20 – Praça Tereza Cristina
Belém (PA) 
Sem hora e local definidos – Verifique o evento no Facebook
Campo Grande (MS)19:00 – Anfiteatro do CCHS – UFMS
Manaus (AM)16:20 – Parque dos Bilhares
Cuiabá (MT)
19:20 – Restaurante Universitário da UFMT
Pres. Prudente (SP)Sem hora e local definidos – Verifique o evento no Facebook
Aracaju (SE)18:00 – Viaduto do D.I.A
Santa Maria (RS)Semana Novembro Verde de 22 à 30 de novembro
Dia 27 às 19:00 – Praça dos Bombeiros
Foz do Iguaçu (PR)14:00 – Concentração em frente ao Zoológico Municipal (ao lado do TTU)
João Pessoa (PB)  19:00 –05/12 Cannabis na Roda - UFPB
Fonte: Smkbd

Comissão do Senado uruguaio aprova legalização de produção e venda de maconha

A Comissão de Saúde do Senado do Uruguai aprovou na noite de quinta-feira (26/11) o projeto de legalização da compra e venda e cultivo de maconha que tinha sido aprovado anteriormente na Câmara dos Deputados. Agora, o projeto segue para o plenário, onde deverá ser votado na semana que vem.
Cartaz da Ultima Marcha
O presidente da Comissão de Saúde, o senador Alfredo Solari, do opositor Partido Colorado, disse à rádio El Espectador que a aprovação do projeto -possível pelos votos da governista Frente Ampla (FA) – deixa “um sabor muito amargo pela irresponsabilidade com que foi conduzido” pelo bloco governamental. Segundo ele, é um projeto de “quarenta e tantos artigos onde todos eles, praticamente, têm observações, algumas não tão importantes, mas outras muito, com casos de inconstitucionalidade”, afirmou.
“No entanto, [o projeto] foi votado assim como veio da Câmara dos Deputados para que não tivesse que voltar a esta casa porque nela não estão assegurados os votos para que pudesse passar”, acrescentou.
O senador Robert Conde, um dos integrantes do FA na Comissão de Saúde, disse à Agência Efe que o plano governamental “não tem nenhuma inconstitucionalidade, somente um artigo onde se coloca a necessidade de que a educação sobre drogas seja incorporada à educação secundária pública”.
“Entende-se que pode estar invadindo a autonomia das autoridades da educação”, mas estas “podem tomar o espírito do artigo e aplicá-lo como elas entenderem melhor dentro do campo de sua autonomia”, argumentou.
A oposição também critica a criação de um Instituto de Regulação da Cannabis (IRCA), com funções de supervisão, e a nomeação de um titular. O órgão será responsável por emitir licenças e controlar a produção e a distribuição da maconha.
Os consumidores registrados poderão comprar maconha em farmácias especialmente habilitadas, até um máximo de 40 gramas por mês, ou cultivar em casa até seis plantas que produzam não mais de 480 gramas por colheita.
A Constituição uruguaia, porém, impede a criação de cargos públicos um ano antes de eleições. As próximas estão previstas para outubro de 2014. De acordo com o senador governista, o instituto é “público, mas, de direito privado” e não se encaixaria nesta norma.
A Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife), da ONU, advertiu na semana passada ao Uruguai que a lei sobre a maconha viola os tratados internacionais assinados pelo país.

sábado, 23 de novembro de 2013

Nova enquete discute descriminalização de drogas para consumo próprio

Na Câmara, também tramitam propostas que aumentam o rigor no combate às drogas.



A Câmara promove, a partir desta sexta-feira (22), uma enquete sobre a descriminalização das drogas. O embate entre contrários e favoráveis à medida é longo e várias propostas em tramitação na Câmara e no Senado tratam do assunto.
A população também tem participado da discussão. No segundo semestre de 2012, o portal e-Democracia colocou em debate a descriminalização do porte e do plantio de drogas para uso próprio. A proposta havia sido apresentada à Câmara por representantes da campanha “Lei de Drogas: é preciso mudar". O movimento deverá recolher assinaturas para apresentar formalmente, neste ano, a proposta ao Congresso.
No Senado, também tramita um projeto (PLS 236/12) de reforma do Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), elaborado por uma comissão de juristas, que descriminaliza o porte de drogas para uso pessoal e o plantio de plantas destinadas à preparação de drogas para consumo próprio. Nesses casos, a quantidade deverá ser suficiente para cinco dias de consumo.
A comissão de senadores que analisa a proposta fechou recentemente uma agenda de audiências públicas, para reabrir a discussão com a sociedade.



Veja entrevista, à TV Câmara, do deputado Osmar Terra sobre política antidrogas.
















Limite

Na Câmara, um anteprojeto de lei em análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) também ameniza a situação de usuários de drogas pegos pela polícia. A proposta, elaborada pela Subcomissão de Crimes e Penas, altera a Lei Antidrogas (11.343/06) e estabelece uma diferenciação clara entre usuários e traficantes. De acordo com a proposta, será considerado usuário quem portar quantidade de entorpecentes suficiente para até cinco dias de consumo próprio.
Atualmente, para determinar se a droga destina-se a consumo pessoal, o juiz deve considerar a natureza e a quantidade da substância apreendida e as circunstâncias da apreensão, além da conduta e dos antecedentes da pessoa que estiver com o entorpecente.
A matéria tem no relator, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), um de seus principais defensores. Na avaliação de Molon, falta hoje um critério objetivo para fazer a distinção. “Há usuários que são maltratados por policiais como se fossem traficantes. Ao mesmo tempo, há traficantes se beneficiando da lei para serem tratados como se fossem usuários”, afirma.
A confusão, segundo o defensor público da Bahia Daniel Nicory, ocorre porque a lei atual, apesar de pretender abrandar a situação do usuário, prevê uma estrutura similar para o tipo penal do porte de drogas para o uso e para o tráfico. O resultado, diz, foi o aumento do número de presos por tráfico.
“A maioria dos presos por tráfico é de indivíduos desarmados, réus primários e com quantidade pequena de drogas. Quem está sendo preso é quem não tem relação com o tráfico violento. As pessoas estão sendo enquadradas incorretamente como traficantes”, observa o defensor.
Contrário à proposta, o deputado Marcos Rogério (PDT-RO), defende que o consumo de drogas não seja despenalizado, nem descriminalizado. A droga, diz ele, nasce do crime e não termina na legalidade.
O problema das drogas, na avaliação do parlamentar de Rondônia, não é apenas do usuário, mas de toda a sociedade brasileira. “O pequeno traficante alimenta alguém que começa a cometer crimes dentro de sua casa e se transforma, depois, em um grande criminoso”, acredita.

Mais rigor

Na Câmara, tramitam ainda propostas que estabelecem mais rigor no combate às drogas. O Projeto de Lei 7663/10, do deputado Osmar Terra (PMDB-RS), aprovado em comissão especial no fim de 2012 juntamente com outras propostas, prevê a internação involuntária de dependentes químicos por até seis meses. Terra, que é médico, argumenta que mais do que solução para as cracolândias das grandes cidades, sua intenção com o projeto é o resgate pleno do paciente.
Além da internação involuntária, o PL 7663/10 aumenta a pena para os traficantes; divide a competência das ações antidrogas entre União, estados e municípios; obriga a oferta de vagas de trabalho para ex-usuários em todos os contratos fechados com recursos públicos; e traz um conjunto de regras gerais para a avaliação e o acompanhamento da gestão das políticas públicas sobre drogas.
A proposta está pronta para a pauta do Plenário.

Reportagem – Noéli Nobre
Com informações da Agência Senado
Edição – Marcelo Westphalem

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 27 de Novembro Dia Nacional para Legalização da Cannabis Medicinal